Aos 17 anos, a estudante Agnes Arcanjo passava por situações que milhões de mulheres ao redor do país passam todos os dias: um relacionamento abusivo, uma saúde mental cada vez mais deteriorada e um presente que não parecia dar espaço a um futuro. Nas palavras de Agnes, ela só “vivia o agora e, no ‘agora’, não havia esperança”. A mudança começou a acontecer na vida da jovem a partir do apoio socioassistencial oferecido pela Prefeitura de Manaus.